terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

DEAD RISING 3 a história

Entre os primeiros jogos do Xbox One, "Dead Rising 3" é o que menos se destaca visualmente. É fácil imaginar que, com alguns zumbis a menos, o game da Capcom figuraria fácil no Xbox 360. Ainda assim, é um dos jogos mais divertidos e duradouros da safra inicial da nova plataforma, com um mundo aberto cheio de segredos para se explorar e que não poupa o jogador da violência gratuita típica da franquia.

A decisão da Capcom em deixar um pouco de lado as restrições de tempo presentes nos "Dead Rising" anteriores fez bem ao jogo, que pode ser melhor apreciado pelos jogadores sem correr contra o cronômetro todo o tempo. Mas, caso você curta o desafio adicional, o jogo oferece o modo Pesadelo, que lembra muito o ritmo dos games anteriores.

"Dead Rising 3" não cativa o jogador pelos gráficos "de nova geração" nem pela inovação, mas por um elemento importante em jogos de qualquer época: a diversão descompromissada e escapista de seu apocalipse zumbi. Após se aventurar em um shopping e em um complexo de cassinos, a franquia "Dead Rising" dá um salto considerável em seu terceiro título: agora, a infestação zumbi toma uma cidade inteira, Los Perdidos. A réplica da californiana Los Angeles não é tão grande quanto Los Santos em "GTA V", mas cumpre bem seu papel como parque de diversões sangrento.

Você controla o mecânico Nick Ramos e precisa escapar da cidade tomada pelos mortos-vivos antes que um bombardeio militar destrua tudo na região. Claro, as coisas não são tão simples e é preciso ir e voltar por diversas áreas da cidade ao longo dos sete dias que compreendem a aventura.

"Dead Rising 3" oferece também suporte para multiplayer cooperativo online e um desafiador modo Pesadelo, com mecanismos de tempo mais exigentes, que remetem aos games anteriores. Para completar, o jogo está todo em português.


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